Economia

Primeira-Ministra encerra a 61.ª edição da Feira Internacional de Maputo

Setembro 5, 2026

O encerramento da 61.ª edição da FACIM

A Primeira-Ministra, Benvinda Levi, preside hoje ao encerramento oficial da 61.ª edição da Feira Internacional de Maputo (FACIM-2026). O evento, que se tornou uma referência no calendário económico, culmina com a celebração do Dia de Moçambique, num acto que decorre em Ricatla, no distrito de Marracuene, província de Maputo.

Desde a sua abertura na passada segunda-feira, a feira tem servido como um ponto de convergência para diversos agentes económicos. A edição deste ano foi norteada pelo lema “Transformação Digital e Energética Rumo a uma Economia Sustentável”, um tema que reflecte as tendências globais de modernização dos processos produtivos e a transição para fontes de energia mais eficientes e menos impactantes para o meio ambiente.

Reconhecimento e excelência empresarial

Um dos momentos mais aguardados da cerimónia de encerramento é a entrega de prémios aos melhores expositores. Este acto de galardoação visa distinguir as empresas e instituições que, ao longo dos dias de exposição, demonstraram maior capacidade de inovação, qualidade na apresentação dos seus produtos e serviços, e eficácia na comunicação com o público e potenciais parceiros de negócio.

A distinção dos participantes não serve apenas como um reconhecimento do mérito individual, mas também como um incentivo para que as organizações continuem a elevar os seus padrões de qualidade. A competitividade saudável entre os expositores é um dos motores que impulsiona o dinamismo da feira, tornando-a mais atractiva para os visitantes e investidores que procuram soluções de vanguarda.

A importância das feiras internacionais para a economia

Eventos desta magnitude, como a FACIM, desempenham um papel fundamental na dinamização das economias nacionais e regionais. Ao reunir num único espaço empresas, investidores, instituições públicas e outros actores económicos, a feira cria um ecossistema favorável à troca de conhecimentos e ao estabelecimento de parcerias estratégicas.

A plataforma funciona como um facilitador de intercâmbio comercial, permitindo que empresas de diferentes dimensões possam explorar novos mercados, identificar fornecedores e estabelecer contactos que, em condições normais, exigiriam processos de negociação mais longos e complexos. A presença de investidores nacionais e internacionais sublinha a relevância desta feira como um barómetro da saúde económica e um espaço de atracção de capital.

Contexto sobre a transformação digital e energética

O lema escolhido para a edição de 2026, focado na transformação digital e energética, toca em dois pilares essenciais para o desenvolvimento económico contemporâneo. A transformação digital refere-se à integração de tecnologias digitais em todas as áreas de uma organização, alterando fundamentalmente a forma como estas operam e entregam valor aos clientes. Por sua vez, a transição energética está ligada à necessidade de adoptar modelos de produção que garantam a sustentabilidade a longo prazo.

Em eventos de grande escala, a discussão sobre estes temas permite que os decisores políticos e os líderes empresariais alinhem as suas estratégias com os desafios globais. A exposição de tecnologias e práticas sustentáveis durante a feira serve como uma demonstração prática de como a inovação pode ser aplicada para resolver problemas reais de produtividade e eficiência.

O papel das instituições no fomento ao investimento

A participação de instituições públicas em eventos como a FACIM é crucial para a criação de um ambiente de negócios favorável. Estas entidades aproveitam o espaço para apresentar políticas, incentivos e reformas que visam facilitar o investimento privado. A interacção directa entre o sector público e o privado é, frequentemente, o primeiro passo para a resolução de entraves burocráticos e para a promoção de um diálogo construtivo sobre o clima de negócios.

Ao encerrar a 61.ª edição, o governo reafirma o seu compromisso com a promoção do desenvolvimento económico através da valorização da produção nacional e da abertura ao investimento estrangeiro, consolidando a FACIM como uma montra privilegiada para o progresso industrial e comercial.

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